A Síndrome do Coitadismo atinge
a metade da população e reflete a incapacidade dos seres humanos de tomarem os
rumos de suas vidas e buscarem a realização de seus sonhos.
Conversamos
com Maurício Sampaio, especialista em orientação vocacional e profissional,
coach e fundador do Instituto MS de Coaching para esclarecer mais sobre o tema.
Confira a entrevista!
A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual
motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos
da própria vida?
Muitas pessoas adotam essa posição como uma
muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o
que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.
Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal
do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha
perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá
indo” demonstra a falta de controle da própria vida.
Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais,
mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?
Essas pessoas preferem evitar sair da chamada
“zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos,
já sabem aonde pisar.
Isso é uma tendência de boa parte das pessoas,
inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele
evita a dor e aprova fielmente o prazer.
É o que acontece com um relacionamento ruim.
Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso
aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por
mais benéfica que seja, causa dor.
Um exemplo clássico são casais que se suportam
durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida
corporativa isso também acontece.
O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário
pessimista e sem energia?
Para começar a mudança é necessário ser honesto
consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das
pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar,
justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas,
enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam
trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias
acordam e vão para a empresa trabalhar.
O problema disso é que essas pessoas correm o
sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.
Talvez você, que esteja passando por isso agora,
pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar
por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida.
É fácil? Não, porém é preciso encarar!
Aproveito para dar um conselho valioso: procure
profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi
muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido
mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.
* Maurício Sampaio é especialista em orientação
vocacional e profissional, coach e fundador do InstitutoMS de Coaching. É autor
dos livros “Coaching de Carreira”, “Escolha Certa” e “Influência Positiva –
Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso”.
Fonte: MSN Empregos
Confira a entrevista!
A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?
Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.
Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.
Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?
Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.
Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.
É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéfica que seja, causa dor.
Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.
O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?
Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.
O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.
Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!
Aproveito para dar um conselho valioso: procure profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.
* Maurício Sampaio é especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do InstitutoMS de Coaching. É autor dos livros “Coaching de Carreira”, “Escolha Certa” e “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso”.
Fonte: MSN Empregos